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A computação quântica pode quebrar o bitcoin?
Bom dia, apaixonados por cripto. Há um temor recorrente no mercado de que a computação quântica represente uma ameaça ao bitcoin (BTC) - e, por extensão, a outras criptomoedas.
O motivo é simples: trata-se de uma tecnologia tão poderosa que, em tese, poderia quebrar a criptografia que mantém a rede do bitcoin segura desde sua criação, no fim de 2008.
Mas o pessoal da CryptoQuant tenta tirar esse peso da mesa. Segundo a casa de research, a expectativa é que o próprio setor cripto desenvolva novos padrões de criptografia antes de a computação quântica realmente ganhar escala - algo hoje projetado para depois de 2030.
Será? Seguimos acompanhando.
📈 O que sobe, o que desce
Bitcoin (BTC)
US$ 87.288,01
+0,90%
Ethereum (ETH)
US$ 2.856,40
-2,22%
↑ Maiores altas
• Audiera (BEAT): +30,82%
• Canton (CC): +6,50%
• Uniswap (UNI): +3,75%
↓ Maiores baixas
• Leo Token (Sigla): -28,35%
• Pump.fun (PUMP): -11,59%
• Hyperliquid (Hype): -9,37%
*Cotação do dia 18/12/25, às 8h45
Cripto Brasil
• USP estuda criar criptomoeda própria
As criptomoedas chegaram às universidades brasileiras. Três professoras da USP propuseram, em um artigo, a criação de uma moeda digital da instituição, batizada de ₿itUSP. A ideia é usar o ativo para registrar e facilitar transações internas entre unidades, laboratórios, hospitais, áreas administrativas e membros da comunidade universitária. A proposta deixa claro que a moeda não teria caráter especulativo nem funcionaria como ativo financeiro.
• Moda aposta em blockchain para rastrear origem
Marcas de vestuário estão recorrendo à tecnologia blockchain para garantir a rastreabilidade de insumos. O grupo Azzas 2154, controlador de marcas como Arezzo, Reserva e Animale, utiliza desde 2022 a tecnologia por trás das criptomoedas para rastrear o couro usado em seus produtos. O sistema registra, de forma criptografada, informações como origem, destino, metragem e peso de cada lote.
• ABCripto tem nova presidente
Após dias de tensão interna e disputas entre a presidência e diretores, a Associação Brasileira de Criptoeconomia (ABCripto) elegeu uma nova diretora-presidente. A escolhida foi Julia Rosin, consultora e representante da Coinbase no Brasil. Em nota, ela afirmou que sua gestão terá foco técnico, responsável e colaborativo, com o objetivo de fortalecer o desenvolvimento sustentável da criptoeconomia no país.
Cripto around the world
• Bancos dos EUA entram no jogo do bitcoin
O interesse dos bancos americanos pelo mercado cripto não se limita às stablecoins. Instituições financeiras dos Estados Unidos já comercializaram, juntas, mais de US$ 530 milhões em notas vinculadas ao IBIT, o ETF de bitcoin da BlackRock. Ao todo, 14 dos 25 maiores bancos do país - que até pouco tempo tratavam o bitcoin com ceticismo - passaram a estruturar produtos cripto para seus clientes, sinalizando uma mudança clara de postura do setor tradicional.
• EUA miram golpes cripto com nova lei
Um grupo de senadores americanos apresentou um projeto de lei para criar uma força-tarefa intergovernamental dedicada a identificar, rastrear e interromper fraudes envolvendo ativos digitais. A proposta surge após dados do FBI apontarem que os americanos perderam mais de US$ 9 bilhões em golpes de investimento cripto em 2024. O impacto foi maior entre pessoas idosas, público frequentemente alvo desse tipo de esquema.
Gráfico do dia
A queda de 60% da dogecoin (DOGE) no ano

Cotação do dia 18/12/25.
Frase
A computação quântica não irá quebrar o bitcoin - ela irá fortalecê-lo. A rede se atualiza, moedas ativas migram, moedas perdidas permanecem congeladas. A segurança aumenta. A oferta diminui. O bitcoin torna-se mais forte”
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O Essencial
Curadoria afiada sobre negócios, economia e investimentos.
Texto: Lucas Gabriel Marins
Design: João Brito






