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Baleias agitam o oceano cripto

Bom dia, apaixonados por cripto. No jargão do mercado, os grandes investidores são chamados de “baleias” - um nome bem sugestivo para quem movimenta fortunas.

Quando o bitcoin estava nas alturas, elas venderam muito BTC para realizar lucro, ajudando a puxar os preços para baixo. Mas o jogo virou na semana passada, quando a criptomoeda desabou.

As baleias com mais de 10 mil BTC - algo perto de R$ 4,9 bilhões (sim, você leu certo) - voltaram às compras e começaram a acumular moedas digitais de novo. Esse movimento, claro, ajudou o ativo a retomar o fôlego e voltar à faixa dos US$ 91 mil.

Agora é esperar para ver se mais baleias seguem o movimento. 🐳

📈 O que sobe, o que desce

Bitcoin (BTC)

US$ 91.175,34

-0,36%

Ethereum (ETH)

US$ 3.026,68

-0,18%

↑ Maiores altas
• Shiba Inu (SHIB): +5,62%
• Monero (XMR): +4,13%
• Hyperliquid (Hype): +3,70%
Maiores baixas
• Kaspa (KAS): -6,55%
• Zcash (Sigla): -6,28%
• Dash (DASH): -6,20%
*Cotação do dia 28/11/25, às 8h45.

Cripto Brasil

A outra stablecoin no coração do brasileiro

O brasileiro já mostrou que tem uma "quedinha” pela USDT - a maior stablecoin do mundo, conhecida como “dólar digital”. Mas o coração cripto nacional também tem espaço para a USDC, a segunda maior do mercado, também ligada à moeda americana. Entre 1º e 27 de novembro, as exchanges que operam no país registraram um volume total de R$ 410 milhões em negociações com o ativo digital. Nada mal, hein?

Lavação de roupa suja no mercado cripto

Clima de paz? Hoje não. A Associação Brasileira de Criptoeconomia (ABcripto), uma das principais vozes do setor de moedas digitais no país, está vivendo uma turbulência pública daquelas. A diretoria decidiu processar quatro conselheiros, acusando-os de conspirar para tentar derrubar o presidente da entidade. Briga de família é sempre chata - mas quando envolve o mercado cripto, vira notícia na hora.

Tecnologia cripto na carteira de identidade

A tecnologia por trás das criptomoedas - a “famosinha” blockchain - pode entrar na nova Carteira de Identidade Nacional (CIN). A novidade foi apresentada no evento BlockchainGov 2025, em Brasília, nesta semana. A ideia é usar a rede para garantir um compartilhamento seguro de dados entre a Receita Federal do Brasil (RFB) e os órgãos de identificação civil (OICs). Modernização com tempero cripto - interessante, hein?

Cripto around the world

Exchange sofre ataque e perde US$ 30 milhões

Ataques virtuais ainda são uma ameaça real no mercado cripto. Ontem, a exchange sul-coreana Upbit sofreu um hack que resultou na perda de US$ 30,4 milhões (cerca de R$ 163 milhões). Os fundos estavam armazenados na blockchain da solana (SOL). A corretora suspendeu os saques enquanto tenta recuperar o valor perdido - tarefa difícil - e afirmou que irá ressarcir os usuários afetados. Há suspeitas de que o ataque tenha sido orquestrado pelo grupo norte-coreano Lazarus.

O Nobel que não engole o bitcoin

Paul Krugman, Nobel de Economia de 2008 e crítico de longa data do bitcoin, voltou a mirar na criptomoeda. Para o economista, o ativo é empurrado a investidores ingênuos que não entendem os riscos - e só continua subindo graças ao “culto” que se formou em torno dele. Krugman foi além: afirmou que o BTC hoje funciona, na prática, como um grande trade pró-Trump, variando conforme o humor do presidente dos EUA. A análise, claro, divide opiniões no mercado cripto. E você - concorda com ele?

Gráfico do dia

ETFs de bitcoin nos EUA caminham para fechar novembro no vermelho

Cotação do dia 26/11/25.

Frase

O bitcoin é, em grande parte, um trade ligado ao Trump. O preço do bitcoin disparou depois que Donald Trump venceu no ano passado, e sua queda recente coincide com uma série de reveses políticos de Trump

Paul Krugman, vencedor do prêmio Nobel de Economia de 2008

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Curadoria afiada sobre negócios, economia e investimentos.

Texto: Lucas Gabriel Marins
Design: João Brito

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