Oferecido por

Hora de comprar bitcoin?

Bom dia, apaixonados por cripto. Deram uma olhada no gráfico hoje? Pois é. O bitcoin (BTC) voltou a apanhar e caiu para o menor preço desde fevereiro.

Nessas horas surge a dúvida que acompanha todo ciclo de baixa: é hora de vender ou aproveitar para comprar mais?

A velha máxima do mercado diz que vender durante o pânico raramente é uma boa estratégia - a menos que você precise do dinheiro. Por outro lado, comprar na queda também exige cautela. Afinal, ninguém sabe onde está o fundo.

E motivos para a incerteza não faltam: saídas bilionárias dos ETFs, movimentações de grandes tesourarias corporativas e um cenário geopolítico que continua adicionando volatilidade aos mercados.

📈 O que sobe, o que desce

Bitcoin (BTC)

US$ 62.724,32

-0,30%

Ethereum (ETH)

US$ 1.675,44

-4,57%

↑ Maiores altas
• Worldcoin (WLD): +12,94%
• DeXe (DEXE): +8,56%
• Just (JST): +4,83%
Maiores baixas
• Zcash (ZEC): -35,89%
• Injective (INJ): -16,07%
• Cardano (ADA): -12,96%
*Cotação do dia 05/06/26, às 8h45

Cripto Brasil

Visa acelera nas stablecoins

A Visa quer porque quer levar stablecoins e inteligência artificial para os grandes bancos. No caso das criptos, o que chama a atenção da gigante de pagamentos é a possibilidade de transferências 24 horas por dia, segundo o CEO da empresa no Brasil. Vale lembrar que, em abril, a companhia fechou uma parceria com a WeFi, firma especializada em moedas digitais estáveis. Cada vez mais o mercado tradicional mergulha em cripto, hein?

Privacidade no mercado cripto brasileiro

Um dos desafios do mercado de moedas digitais é equilibrar privacidade e transparência. Especialistas discutiram o tema no segundo dia da TokenNation, evento cripto em São Paulo. Daryl Akamine, country manager da Ledger no Brasil, falou que privacidade é diferente de anonimato. “Sem suas chaves (para ter acesso às criptos), não existe soberania sobre seus dados e todo o resto deixa de fazer sentido”.

Ripple e USP

A Ripple, empresa por trás da XRP - uma das maiores criptos do mercado -, renovou sua parceria com a Universidade de São Paulo (USP) e liberou US$ 400 mil (cerca de R$ 2 milhões) para pesquisas na área de criptomoedas. A ideia é apoiar o desenvolvimento de aplicações baseadas em blockchain e inteligência artificial. Tem até colaboração com o Drex - o projeto de real digital do Banco Central - no meio da história.

Cripto around the world

Bancos dos EUA reagem às stablecoins

Os maiores bancos dos EUA estão preparando uma resposta ao avanço das stablecoins. Segundo o Wall Street Journal, gigantes como JPMorgan, Citi e Bank of America trabalham em uma rede compartilhada de depósitos tokenizados, prevista para entrar em operação até o primeiro semestre de 2027. Na prática, a ideia é transformar depósitos bancários em versões digitais que circulam em blockchain.

Um respiro para os ETFs

Depois de 13 pregões seguidos de saídas, os ETFs de bitcoin americanos finalmente voltaram a registrar entrada de recursos. O fluxo positivo foi modesto, de apenas US$ 3 milhões, mas interrompeu uma sequência que já acumulava mais de US$ 4,4 bilhões em resgates desde meados de maio. Os ETFs de ethereum também quebraram uma maré negativa de 17 dias, registrando aportes de US$ 19,3 milhões.

Gráfico do dia

ETFs de bitcoin quebram sequência negativa

Fonte: SoSoValue

Frase

O cenário para junho aponta para um mercado de criptoativos em fase de consolidação e que está eliminando os excessos.

Fabio Plein, diretor nacional da Coinbase no Brasil

Nossas newsletters

O Essencial
Curadoria afiada sobre negócios, economia e investimentos.

Texto: Lucas Gabriel Marins
Design: João Brito

Recebeu a newsletter de alguém?

Keep Reading