
Oferecido por
O adeus do ETF brasileiro de bitcoin nos EUA
Bom dia, apaixonados por cripto. A primeira baixa entre os ETFs à vista de bitcoin negociados nos Estados Unidos aconteceu. E foi justamente de uma brasileira.
A Hashdex, maior gestora cripto do Brasil, anunciou nesta semana o fim do DEFI, seu fundo negociado em bolsa no mercado americano.
O motivo? A empresa citou baixa liquidez, custos operacionais e pouco interesse dos investidores. O produto tinha apenas US$ 14,7 milhões em ativos - bem distante dos gigantes do setor, que administram bilhões de dólares.
📈 O que sobe, o que desce
Bitcoin (BTC)
US$ 64.124,56
+1,00%
Ethereum (ETH)
US$ 1.870,25
+0,84%
↑ Maiores altas
• Pump.fun (PUMP): +11,07%
• Zcash (ZEC): +6,41%
• Stable (STABLE): +4,26%
↓ Maiores baixas
• Monero (XMR): -3,41%
• Hedera (HBAR): -2,97%
• Stellar (XLM): -2,32%
*Cotação do dia 05/08/26, às 8h45
Cripto Brasil
• ETFs locais ainda sofrem
Não são apenas os ETFs negociados nos Estados Unidos que enfrentam dificuldades. Por aqui, o cenário também segue desafiador. Vale lembrar que os ETFs brasileiros de criptomoedas viram seu patrimônio líquido (PL) encolher cerca de R$ 4 bilhões entre outubro do ano passado, quando o bitcoin atingiu a máxima histórica de US$ 126 mil, e junho deste ano. Apesar disso, a base de investidores continua crescendo.
• Pedido para o Banco Central
As empresas do setor cripto querem mais tempo para solicitar a licença exigida pelo Banco Central. O prazo termina em 30 de outubro, mas, segundo os players, o processo ficou mais complexo após a autarquia publicar novas exigências ao longo de 2026. Outro entrave é a certificação técnica, já que poucas empresas estão habilitadas para realizar essas auditorias.
• Blockchain nas árvores
Depois de ser usada para monitorar carros, abelhas e até vacas, a tecnologia blockchain agora também chegou às árvores. Uma startup amazonense passou a rastrear mais de 10 mil mudas nativas do Cerrado plantadas em uma área de recuperação ambiental em Minas Gerais. Cada árvore recebeu um registro individual na blockchain, com informações como localização, histórico de campo e evolução do crescimento.
Cripto around the world
• Menos SOL no mercado?
Essa é meio técnica, mas vale acompanhar. Os validadores da blockchain da solana começaram a apoiar duas propostas que podem reduzir a oferta da cripto nos próximos anos. Na prática, uma delas aumenta a quantidade de SOL destruída ("queimada") a cada dia, enquanto a outra acelera a redução da emissão de novas moedas. Se aprovadas, as mudanças podem tornar o ativo mais escasso ao longo do tempo.
• Quanto mais ETH, melhor
A BitMine, maior empresa de tesouraria de ethereum do mundo, continua comprando a criptomoeda sem parar. Na última semana, adicionou mais 10.399 ETH ao caixa e agora já acumula quase 5,8 milhões de ether - quase 5% de toda a oferta em circulação. O presidente da empresa, Tom Lee, afirmou que o bom desempenho recente do ethereum frente às ações de tecnologia reforça sua aposta no ativo.
Gráfico do dia
Sobe e desce do ethereum

Fonte: CoinGecko
Frase
O avanço da adoção institucional mantém o ETH entre os ativos mais relevantes para acompanhar no segundo semestre”
Nossas newsletters
O Essencial
Curadoria afiada sobre negócios, economia e investimentos.
Texto: Lucas Gabriel Marins
Design: João Brito





