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Querem “roubar” seu celular para minerar cripto
Bom dia, apaixonados por cripto. Nesse mundo quase sem lei da internet, quase todo dia aparece algo novo tentando passar a perna na gente.
A novidade da vez é um sofisticado trojan (um software malicioso) que se disfarça de apps de serviços conhecidos - como INSS e FGC - para roubar dados bancários, controlar o celular e (adivinhem) usar o aparelho da vítima para minerar criptomoedas. Oh, God.
O nome do danado, segundo a empresa de cibersegurança Kaspersky, é BeatBanker. Quando a pessoa baixa o aplicativo mentiroso, abre a porta para o golpista tomar conta do aparelho.
No caso das criptos, o golpe vai além do roubo de dados. O trojan passa a drenar discretamente o processamento do celular para minerar o token monero (XMR) para o criminoso. Alguns sinais de alerta: o aparelho fica quente demais, a bateria acaba rápido e o celular começa a ficar estranhamente lento.
Para não cair nessa, especialistas recomendam cinco cuidados básicos:
Verificar se o aplicativo (do INSS ou FGC) realmente é oficial antes de baixar.
Evitar instalar apps de fontes desconhecidas.
Conferir as permissões pedidas pelos aplicativos.
Baixar programas apenas em lojas oficiais.
Manter o sistema operacional atualizado.
📈 O que sobe, o que desce
Bitcoin (BTC)
US$ 70.444,02
+1,22%
Ethereum (ETH)
US$ 2.070,36
+2,05%
↑ Maiores altas
• Hyperliquid (HYPE): +8,98%
• Sky (SKY): +8,06%
• Bittensor (TAO): +7,46%
↓ Maiores baixas
• Midnight (NIGHT): -9,55%
• Internet Computer (ICP): -8,43%
• Filecoin (FIL): -2,84%
*Cotação do dia 12/03/26, às 8h45
Cripto Brasil
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A Mastercard lançou uma nova iniciativa global que reúne mais de 85 empresas do setor cripto, provedores de pagamento e instituições financeiras para discutir temas como remessas internacionais e transferências de dinheiro. Entre as participantes está a brasileiríssima Parfin, uma startup de infraestrutura de ativos digitais e blockchain. A ideia da iniciativa é aproximar bancos, fintechs e empresas cripto para pensar - juntos - como tornar pagamentos internacionais mais rápidos e baratos.
• Maratona da web3
Você é desenvolvedor, designer ou curioso pelo mundo cripto? Se sim, olha essa. O HackaNation 2026, hackathon (maratona) oficial do evento TokenNation Brasil, está com inscrições abertas e quer reunir talentos para desenvolver soluções em web3 - termo usado para tecnologias baseadas em blockchain. A edição deste ano acontece entre março e junho, e os melhores projetos serão apresentados no palco do TokenNation 2026, na Bienal de São Paulo.
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Já que hoje o bitcoin anda meio paradão, vai mais uma notícia sobre blockchain. Os players do setor acreditam que a tecnologia por trás das criptos está se consolidando cada vez mais como infraestrutura do mercado de capitais brasileiro. O motivo? A promessa de reduzir a burocracia em ativos como crédito privado, debêntures e notas comerciais - além de abrir espaço para que pequenas e médias empresas captem recursos com mais facilidade.
Cripto around the world
• Ex-chefão de corretora cripto tenta novo julgamento
Lembram de Sam Bankman-Fried, ex-CEO da exchange FTX, que quebrou no fim de 2022 e jogou o mercado cripto em uma de suas piores crises? Preso há cerca de três anos, o antigo figurão do mercado agora tenta um novo julgamento. A defesa argumenta que dois ex-executivos da corretora poderiam ter contestado a narrativa da acusação se tivessem testemunhado no tribunal. Promotores, porém, pediram à Justiça que rejeite o pedido. Fried cumpre atualmente pena de 25 anos de prisão.
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Os analistas vivem fazendo projeções para o bitcoin - quase sempre otimistas. Mas uma previsão pessimista voltou a dar o que falar no mercado. O estrategista da Bloomberg Mike McGlone reiterou sua visão de que o bitcoin pode cair abaixo de US$ 10 mil. Se isso acontecer, seria um tombo de cerca de 85%, já que o BTC é negociado hoje na casa dos US$ 70 mil. O motivo? Segundo ele, o mercado cripto estaria entrando em um longo ciclo de desvalorização, pressionado por fatores macroeconômicos.
Gráfico do dia
Fluxo nos ETFs americanos de bitcoin

Fonte: SoSoValue
Frase
Para um ativo como o bitcoin, que regularmente registra dezenas a centenas de bilhões de dólares em volume de negociação diária nos mercados globais, voltar a valer US$ 10.000 seria necessário uma crise global de liquidez, uma guerra nuclear e a internet parar de funcionar”
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O Essencial
Curadoria afiada sobre negócios, economia e investimentos.
Texto: Lucas Gabriel Marins
Design: João Brito





